segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Que todos os dias sejam de todos os animais


Nesta data em que se comemora o Dia Mundial dos Animais, a nossa homenagem…

Aos animais que estão em cativeiro, privados de sua liberdade para deleite humano, em gaiolas, jaulas, zoológicos, aquários

Aos que aguardam o fim cruel de sua breve existência nas granjas e matadouros

Às inocentes cobaias de laboratório, que diariamente são torturadas em nome de uma ciência desumana e brutal

Aos animais que ainda resistem à invasão de seus habitats, às queimadas, à caça nas florestas

Aos animais comercializados como mercadorias, vítimas do tráfico ou com o aval da legalização, em nome de um dinheiro sujo

Aos animais que foram abandonados e vagam nas ruas, ou aguardam nos abrigos uma chance de voltarem a acreditar que o ser humano também pode ter bondade

Aos que, apesar de tutelados, são também negligenciados como os abandonados

Aos animais tristemente utilizados em espetáculos sádicos, circos, rodeios, farras, vaquejadas, rinhas, corridas, touradas

Aos que sobrevivem, nos mares, rios e lagos, à intensa caça, pesca, poluição e contaminação química

Aos explorados à exaustão puxando carroças e sobrecargas diariamente nas ruas

Aos animais polares, ameaçados pelo aquecimento global

Aos animais humanos que ajudam a manter viva a esperança de que ainda possa haver uma libertação para todos os animais

Que em todos os dias do ano os animais sejam respeitados em sua natureza e liberdade de viver.

Fonte: ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vote pelos animais!


Como você bem sabe, nossa causa não conta com o apoio e estrutura desejados. Porém, cabe a nós lutar para mudar esta realidade.
Quer saber quais candidatos, de seu estado, defendem os direitos dos animais? Pois a WSPA, uma sociedade 100% apartidária, fez a listagem. Confira no site!

http://www.votepelosanimais.org.br/
http://www.votepelosanimais.org.br/candidatos.htm

Confira também:
http://www.votovegano.org/

sábado, 28 de agosto de 2010

Música a serviço da Vida



Música : Quando a carne alimenta a carne

Autoria : Alexandre Sankor

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Venda de filhotes é proibida em pelo menos 35 cidades dos EUA


Pet shops de pelo menos 35 cidades dos EUA atenderam aos pedidos de grupos pelos animais e baniram a venda de filhotes, conscientizando possíveis compradores a respeito da adoção.

De acordo com matéria publicada no site da UPI, centenas de donos de comércios da nação já pararam de vender animais e algumas cidades estão proibindo, por lei, a venda de cães, gatos e outros bichos pequenos.

O apelo por “pet shops amigas dos animais” foi promovido pela Humane Society dos Estados Unidos, a maior organização americana de proteção animal.

“Essas lojas dão um exemplo positivo de responsabilidade que outras empresas deveriam seguir”, disse a diretora da campanha antifábrica de filhotes da HSUS Stephanie Shain. “Pet shops que se beneficiam da indústria cruel de filhotes precisam fazer a coisa certa e parar de vender animais. Abrigos do país todo estão lotados de animais que precisam de um lar.”

Esse mês, a Câmara da cidade de West Hollywood votou de forma unânime para banir a venda de gatinhos e cachorrinhos, enquanto a cidade de São Francisco está debatendoa questão em um nível muito mais abrangente.

Em West Hollywood, Califórnia, que em 2002 mudou a lei municipal para referir-se a cães e gatos como companheiros e não pets, as lojas terão autorização para vender animais de abrigos do sul do estado, mas não animais vindos de criadouros comerciais.

Já São Francisco propôs uma lei que tornaria ilegal a venda de qualquer animal.

“As pessoas compram animais pequenos no impulso, sem saber onde estão se metendo, e os animais acabam em abrigos, sendo frequentemente sacrificados”, disse a congressista Sally Stephens. “É isso que queremos abolir.”

Críticos dizem que a lei de São Francisco vai além do apelo para acabar com fábricas de filhotes e exploração animal. Alguns dizem que deveria existir um período para o possível consumidor pensar antes de adotar um animal, evitando o impulso do momento.

São poucas as lojas que ainda vendem animais e o hamster é a maior vítima das compras por impulso. Não existem grupos de resgate para hamsters e quase todos os roedores rejeitados acabam sacrificados.

“É definitivamente uma preocupação”, disse Rebeca Katz, diretora da San Francisco Animal Care and Control.

Não existem argumentos a favor de fábricas de filhotes, que criam milhões de animais por ano em condições chocantes e cruéis, sendo que muitos desenvolvem problemas psicológicos sérios ou danos permanentes à saúde. Animais de criadouros são abusados e abandonados quando ficam velhos ou “menos ativos”, e os filhotes crescem em pequenas gaiolas ou canis sem oportunidade de socialização ou contato com humanos.

A Humane Society diz que de três a nove mil pet shops vendem filhotes, principalmente por meio de websites atraentes.

“As pessoas vêm um filhotinho fofo numa gaiolinha, mas não veem onde ele foi criado e as condições degradantes em que seus pais vivem”, disse Kim O’Brien, sócio da Uppity Puppy de Oakland, Michigan.

Fonte: Anda

"Adote um animal "de rua" e
não incentive a criação em
escala industrial dos canis
e gatis. Para cada animal
comprado, um outro morre em
um centro de zoonoses.
Seja humilde e mostre que
você se importa. Afinal,
amigo não se
compra, se adota!!"




sábado, 31 de julho de 2010

VITÓRIA! TOURADAS PROIBIDAS NA CATALUNHA !


O parlamento da CATALUNHA proibiu em 28/07/2010 as corridas de touros naquela região autônoma no nordeste da Espanha a partir de 1º de Janeiro de 2012.

Com 68 votos a favor, 55 contra e nove abstenções, o parlamento catalão aprovou a iniciativa legislativa popular, proposta por 180 000 cidadãos, que pediam a proibição das touradas, considerada uma das marcas culturais de Espanha.

A TOURADA é um espetáculo tradicional em Portugal, Espanha e França, bem como de alguns países da América Latina: México, Colômbia, Peru, Venezuela e Guatemala. O essencial do espetáculo consiste na lide de touros bravos através de técnicas conhecidas como arte tauromáquica.

A maior praça de touros do mundo é a "Plaza de Toros México" localizada na cidade do México e a maior praça europeia é a "Plaza de Toros de las Ventas", em Madri. Numa tourada, todos os touros têm pelo menos quatro anos de idade. Quando os touros lidados ainda não fizeram os 4 anos diz-se que é uma novilhada.

Grupos de defesa dos direitos animais abominam a prática da tourada, pois consideram-na um ato de crueldade sem justificação que não se insere dentro das tradições humanistas. Trata-se de uma prática bárbara e desprovida de respeito à vida; uma verdadeira aberração!
É realmente inacreditável e inaceitável que em pleno século XXI um "espetáculo" degradante de tortura continue a ser chamado de cultura ou tradição!

Finalmente a Catalunha provando estar a frente de tudo na Espanha, aprovou essa lei humanista tão importante, que esperamos sirva de exemplo e estímulo para os outros países que continuam com essa prática vergonhosa e terrível que causa tanto sofrimento aos pobres animais indefesos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tratados como “animais”?


Humanos são libertados de um campo de trabalho forçado, uma colheita de erva-mate no oeste catarinense, numa ação do ministério do trabalho. Os cortadores de erva-mate haviam sido alojados num chiqueiro, onde não havia instalação alguma que pudesse oferecer a eles conforto e bem-estar após um dia de trabalho. Eles não tinham carteira de trabalho, eram escravizados. Não tinham qualquer autonomia ou proteção para fazer com que as leis que regem os atos de prestação e contratação de serviços ou de trabalho fossem respeitadas.

A imprensa noticiou, com fotos, as condições do “alojamento” no qual se instalavam para cozinhar e dormir, nos seguintes termos: “tratados como animais”. Para um leitor desavisado, a tradução do que foi feito a esses trabalhadores parece justa: “tratados como animais”. O que isso significa? Que o tratamento de ser jogado, à noite e no horário de cozinhar a comida, num chiqueiro, rebaixa os humanos, porque somente com animais é que se pode fazer isso? Se alguém concluir pelo sim, está raciocinando sobre falsas premissas.

Primeiro, é preciso que se diga que os lugares nos quais os animais são confinados pela indústria da carne, laticínios e ovos não são dignos dos “animais”. Explico. Os animais são um tipo de ser que, ao nascerem, têm o suprimento cortado. Nascer, portanto, representa, para todas as espécies animais, uma ruptura dolorosa. Ela tem dois tons: por um lado, a dor de não ser mais nutrido e higienizado naturalmente pelo ambiente placentário. Por outro lado, a libertação que o rompimento do fornecimento de nutrientes representa, que constitui a base sobre a qual cada animal começa a formar seu espírito. Esse espírito ou mente responde agora, após o nascimento, pelo aprendizado do autoprovimento e da higiene específica, sem a qual não há saúde nem longevidade.

Enjaular, acorrentar, cercar um animal, não importa a espécie à qual ele pertença, representa, para ele, o pior tormento. Sem a liberdade de buscar com seu corpo e no seu próprio ritmo os meios dos quais seu organismo depende para manter-se saudável, o animal fica privado da autonomia prática, justamente aquela que lhe dá chance de formar a mente que acompanhará a manutenção de seu corpo até o momento da morte. Mas, para poder prover-se livremente, é preciso que o animal possa viver no ambiente propício à sua espécie.

Para poder ter saúde e alegria de viver, o animal precisa ter os meios para prover a limpeza diária do seu corpo. O corpo é a ponte que liga o ser vivo ao ambiente, recebendo deste a matéria alimentar da qual se nutre, e o religa a esse mesmo ambiente, quando excreta os resíduos após o aproveitamento. Se o que entra deve ser livre de contaminação, para que não se perca a saúde, o lugar onde se deposita a matéria excretada não pode ser o mesmo no qual se introduz a matéria alimentar. Se não houvesse distinção necessária, nosso tubo digestivo teria apenas uma das duas aberturas. Temos duas aberturas, e um espaço razoável separando-as, justamente para que não nos confundamos. Isso não é privilégio do corpo de um humano. Somos todos animais.

A produção de animais em escala industrial se faz levantando-se paredes ou instalando-se cercados, baias, currais, chiqueiros, gaiolas, nos quais centenas, milhares de animais são colocados juntos, porque mantê-los dispersos encareceria o preço do produto final ao qual sua vida foi destinada. Ao se proceder desse modo, tira-se do animal o ambiente natural no qual seu corpo e sua mente poderiam desenvolver-se e viver bem, cada espécie a seu próprio modo.

Uma das formas mais primárias de manter-se saudável é a higiene. Cada animal, seguindo os padrões de sua própria espécie, mantém uma atividade de auto-higienização diária, sem a qual seu corpo seria tomado por todo tipo de parasita ou bactéria. Ser animal significa ter a responsabilidade de limpar-se a todo momento. Cada espécie tem suas próprias estratégias de autoprestação desse serviço. Se tiramos de um animal a liberdade de prover a higiene de seu corpo a seu modo, tiramos dele parte da autonomia prática relativa aos cuidados de si. Quando privamos um animal disso, “deixamos de tratá-lo como a um animal”. Era esse o ponto ao qual eu queria chegar.

Ao indignar-se com os maus-tratos sofridos pelos trabalhadores da empresa de produção de erva-mate, e ao traduzir a injustiça praticada contra eles, definindo-a como tratamento que se dispensa a animais, a imprensa erra, ao passar ao leitor a ideia de que animais, seja lá de quais espécies forem, podem ser alojados em chiqueiros, sem que isso cause indignação, como se fosse confortável para os animais serem forçados a viver no mesmo lugar onde defecam, a comer no mesmo ambiente onde defecam, a dormir no mesmo ambiente onde defecam, a descansar no mesmo ambiente onde defecam. O chiqueiro é a forma mais brutal de violência contra a mente dos porcos, porque eles, naturalmente, não comem no mesmo lugar onde defecam.

Tratar qualquer animal, não humano ou humano, como se “fosse um animal”, tirando dele tudo o que é necessário para que sua vida alcance o nível de bem-estar e do estar bem nela que sua espécie possibilita, é algo indigno do animal. Quem o faz tira de si a dignidade de ser aquele animal que entende o valor da liberdade física para prover-se a si e aos seus de modo limpo, salutar e prazeroso. Somos todos animais. E ninguém merece ser tratado de modo a que essa condição, a de termos um corpo do qual temos que cuidar com alegria e gratidão, pois é ele que permite que nos sintamos gratos por estarmos vivos, seja justamente a fonte de toda dor e sofrimento. Nem os porcos, galinhas, vacas, bezerros, nem os trabalhadores braçais merecem ser tratados como se seu corpo nada representasse para eles.

Os escravizados pela ervateira não foram tratados como animais. Animais precisam de liberdade para prover-se e cuidar de si. Eles sequer foram tratados como máquinas cortadeiras de erva-mate, porque estas, com certeza, ao final da jornada são higienizadas e mantidas, alojadas contra intempéries, têm o óleo trocado, as engrenagens lubrificadas. Eles foram tratados como coisas desprezíveis, descartáveis quando findasse a colheita da erva-mate. Nem os humanos, nem animais de qualquer outra espécie merecem ser considerados apenas em sua materialidade, como se fossem meros vivos-vazios, para uso e descarte alheio.

por Sônia T. Felipe

terça-feira, 15 de junho de 2010

TRANQUILIZANDO OS ANIMAIS DURANTE A COPA


CUIDADOS COM FOGOS DE ARTIFÍCIO

Propomo-nos a conscientizar o maior número possível de pessoas sobre os danos que causamos aos animais ao usar pirotecnia, para que durante a Copa do Mundo eles não sofram. Nas festas de fim de ano vimos as consequências da infeliz pirotecnia: cachorros perdidos, atropelados, aturdidos e agonizando longe de seus guardiães - que nunca mais encontrarão.

Quando você pratica a pirotecnia, cachorros, gatos, cavalos sentem: palpitações, taquicardia, salivação, tremores, sensação de insuficiência respiratória, falta de ar, náuseas, atordoamento, sensação de irrealidade, perda de controle, medo de morrer.

Essas alterações provocam na conduta do animal tentativas descontroladas de escapar, incentivada pelo estado de pânico, podendo durar vários minutos e em casos severos podem variar de 1 a várias horas, dependendo do tempo que dure o estímulo (barulho provocado por fogos durante a Copa do Mundo).

Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.

Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fotos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desorientado e sem destino.

Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.


OS PERIGOS DOS FOGOS

Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;

Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;

Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;

Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;

Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;

Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;

Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;

Convulsões (ataques epileptiformes);

Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;

Afogamento em piscinas;

Quedas de andares e alturas superiores;

Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;

Paradas cardiorespiratórias etc.


RECOMENDAÇÕES PARA COM OS ANIMAIS

Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;

Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;

Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);

Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);

Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;

Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;

Durante os jogos leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;

IDENTIFIQUE OS ANIMAIS SOB SUA GUARDA

Vamos estimular o uso constante e obrigatório de qualquer tipo de IDENTIFICAÇÃO ANIMAL:

O responsável pelo animal deve fazer uma plaqueta, colocar um pedaço de esparadrapo, escrever na coleira bem forte, o nome do animal e telefone para contato em caso de fuga inesperada!

Isso facilitará a localização do animal!

A quantidade de anúncios de animais desaparecidos é enorme e cada vez maior, todos sem identificação!

A Copa do Mundo está aí e os fogos de artifício, rojões, etc, assustarão muitos animais!

A fuga pode acontecer por muitos motivos: um descuido no portão, trovões, fêmeas no cio (quando o animal não está castrado!), maus-tratos, etc.

Daí a importância de todos os animais de estimação, usarem mesmo em casa, sempre, identificação fixada na coleira!!

FLORAIS DE BACH

Os florais de Bach funcionam muito bem tanto para cães quanto para gatos.Só que precisam ser manipulados sem nenhum conservante, e você deve guardar o vidro na geladeira.

Para minimizar este sofrimento, indicamos abaixo a receita de florais da terapeuta Martha Follain:

Florais de Bach

ATENÇÃO: Quando for mandar manipular a fórmula Floral, lembre de avisar que a mesma não poderá conter CONSERVANTES, portanto, O ÁLCOOL, A GLICERINA E O VINAGRE DE MAÇÃ estarão FORA! Nesta fórmula, somente poderá entrar ÁGUA MINERAL, e, embora, nas farmácias de manipulação costumem dizer que esta fórmula só dura dois dias, NA GELADEIRA, ela durará QUINZE DIAS, com certeza! Mande fazer, em qualquer farmácia de manipulação (aquela que avia receitas):

RESCUE + CHERRY PLUM + ROCK ROSE + MIMULUS + VERVAIN + SWEET CHESTNUT

DOSAGEM

* Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
* Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
* Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
* Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
* Para cavalos ou animais de grande porte: 10 gotas, 4 vezes ao dia, para cada litro.

Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!


Vejam mais algumas dicas de florais de Bach nestes sites:

http://www.floraisecia.com.br/detalhe_artigo.php?id_artigo=87

http://www.gatoverde.com.br/gatoverde/02_00.asp?menu_cod=146&menu_cod_pai=57