quarta-feira, 9 de março de 2011

Dez coisas que você pode fazer pelos animais


Quem não gosta de bicho? Certamente, pessoas nada confiáveis...
Estudos mostram que o amor pelos animais está intrinsecamente ligado a nobreza de caráter das pessoas. Os animais são fiéis, amigos, companheiros, verdadeiros anjos de lealdade(bem mais até que muitas pessoas)Por isso quero compartilhar com vocês algumas medidas bastante simples que podem ajudar a resolver a situação de escravidão dos animais em nosso planeta.

1- Compre produtos de empresas que não testam em animais - Todos os anos milhões de animais são queimados e expostos a experimentos cruéis e desnecessários, para manter a indústria da vivissecção, que fatura milhões de dólares em todo o mundo. Com o crescimento recente de empresas que aboliram a experimentação animal, a tendência é se diminuir os testes. Cada vez que você compra um produto livre de crueldade, equivale a menos um dolar para as empresas que usam animais.Verifique os ingredientes de sabões, shampoos, cremes, cosméticos e procure a frase "não testado em animais". No site abaixo, também há uma relação de empresas que não usam animais.
http://www.geocities.com/RainForest/Vines/5011/empresasnao.html

2- Não coma carne - o sofrimento dos animais para consumo está além da nossa compreensão. Se você não consegue se tornar vegetariano, escolha um dia na semana para não comer carne. Suponhamos que você escolheu a terça-feira. Então nesse dia, faça uma receita vegetariana ou vegan .Não vale comer peixe.

3- Evite produtos derivados de animais - Roupas, tênis, bolsas e demais acessórios de couro, objetos de marfim, casacos de pele, perfumes feitos com Almíscar, são produtos resultantes de crueldade contra animais. Comprando produtos que não venham de animais, além de pagar bem mais barato, estaremos agindo com ética, dando exemplo para as gerações futuras.

4- Não compre animais em lojas. Adote e esterilize - pode ser um animal de abrigo, da rua, de um canil municipal, mas não incentive criadores profissionais. A superpopulação de animais não é um problema de animais sem raça definida. Os CCZs (Carrocinhas) também recebem muitos animais de raça. Enquanto o povo brasileiro não estiver educado para respeitar animais, o comércio dos mesmos é nocivo.Para cada cão de raça vendido numa feira ou num pet shop, 2 cães vira-latas são mortos em canis municipais, vítimas de toda sorte de maus tratos.

5- Informe-se, participe - Inscreva-se em alguma lista onde possa se manter informado sobre o que acontece com os animais.

6- Escreva cartas- Em diversos web sites sobre animais, pede-se para que as pessoas escrevam cartas de protesto. Mandar e-mails é muito importante, mas há campanhas que necessitam de cartas, milhões delas, para que os representantes de governo considerem os apelos expressivos. Copie ou elabore um modelo de carta, mande e dê envelopes selados para seus amigos mandarem também. Você pode ajudar, é só querer. No link abaixo há abaixo-assinados online e pedidos de cartas ( algumas até com modelo). Faça a sua parte. http://www.apasfa.org/peti/index.html.

7- Faça um trabalho voluntário - Muitas associações já têm bastante gente trabalhando no dia-a-dia com os animais, masnecessitam de outros tipos de ajuda voluntária. Você pode arrecadar ração com a vizinhança e levar uma vez por mes, juntar jornaiis velhos, lixo reciclável (algumas entidades vendem latinhas e embalagens plásticas usadas), remédios, etc. A maioria das entidades também precisa de gente para elaborar campanhas, escrever artigos para a imprensa, traduções, etc. Escolha uma associação perto de você e doe uma parte do seu tempo.

8- Divulgue campanhas entre seus amigos- Muitos de nossos amigos não se importam com os animais, porque não se dão conta do que acontece com eles. Informe-os, ajude a conscientizá-los. Não mande a eles tudo o que você encontra sobre animais, mas selecione as campanhas de impacto e peça para que eles colaborem. Devagar, muitas pessoas estão se juntando a nós, graças à dedicação de voluntários que, com muita paciência, têm feito um belíssimo trabalho de conscientização.

9- Associe-se a alguma entidade- Contribuições em dinheiro são vitais para as associações, principalmente aquelas que têm abrigo. Escolha uma e assuma o compromisso de doar a quantia que puder. Pode ser contribuição anual, semestral, mensal, mas é importante que seja constante, para que a entidade possa contar com aquela quantia.

10 - Denuncie maus tratos a animais- Com a nova Lei de Crimes Ambientais, não há mais razão para não se denunciar maus tratos a animais. Você pode ir a uma delegacia e fazer a queixa. Tenha uma cópia da Lei impressa, mostre para o delegado e exija o cumprimento da Lei. Temos que fazer essa Lei "pegar" e isso é responsabilidade de cada um de nós. Procure uma associação e peça orientação, mas não deixe que crimes contra animais aconteçam diante de seus olhos, sem tomar uma atitude. Não seja cúmplice! Cópia da Lei pode ser encontrada no link a seguir:http://www.apasfa.org/leis/leis.shtml

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ONU recomenda mudança global para dieta sem carne e sem laticínios


Segundo relatório da ONU, um consumo reduzido de produtos de origem animal é necessário para salvar o mundo dos piores impactos das mudanças climáticas.ONU afirma que agricultura se equivale ao consumo de combustíveis fósseis porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico.
Foto: Daniel Beltra/Greenpeace

Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, da escassez de combustíveis e dos piores impactos das mudanças climáticas, afirmou hoje um relatório da ONU. Na medida em que a população mundial avança para o número previsível de 9,1 bilhões de pessoas em 2050 e o apetite por carne e laticínios ocidental é insustentável, diz o relatório do painel internacional de gerenciamento de recursos sustentáveis do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam substancialmente devido ao crescimento da população e do consumo de produtos de origem animal. Ao contrário do que ocorre com os combustíveis fósseis, é difícil procurar por alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial nos impactos somente seria possível com uma mudança substancial na alimentação, eliminando produtos de origem animal”.

O professor Edgar Hertwich, principal autor do relatório, disse: “Produtos de origem animal causam mais danos do que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. A biomassa e plantações para alimentar animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fósseis”.

A recomendação segue o conselho de Lorde Nicholas Stern, ex-conselheiro do governo trabalhista inglês sobre a economia das mudanças climáticas. O Dr. Rajendra Pachauri, diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também fez um apelo para que as pessoas observem um dia sem carne por semana para reduzir emissões de carbono.

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico, eles disseram.

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas especializados em meio ambiente que coordenaram o painel, disse: “A crescente riqueza econômica está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas”.

Tanto a energia quanto a agricultura precisam ser "dissociadas" do crescimento econômico porque os impactos ambientaris aumentam, a grosso modo, 80% quando a renda dobra, afirma o relatório.

Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor executivo da UNEP, afirmou: “Separar o crescimento dos danos ambientais é o desafio número um de todos os governos de um mundo em que o número de pessoas cresce exponencialmente, aumentando a demanda consumista e persistindo o desafio de aliviar a miséria e a pobreza".

O painel, que fez uso de diversos estudos incluindo o Millennium Ecosystem Assessment (avaliação do ecosistema no milênio), cita os seguintes itens de pressão ambiental como prioridade para os governos do mundo: mudanças climáticas, mudanças de habitats, uso com desperdício de nitrogênio e fósforo em fertilizantes, exploração excessiva dos oceanos e rios por meio da pesca, exploração de florestas e outros recursos, espécies invasoras, fontes não seguras de água potável e falta de saneamento básico, exposição ao chumbo, poluição do ar urbano e contaminação por outros metais pesados.

A agricultura, particularmente a carne e os laticínios, é responsável pelo consumo de 70% de água fresca do planeta, 38% do uso da terra e 19% da emissão de gases de efeito estufa, diz o relatório, que foi liberado para coincidir com o dia Mundial do Meio Ambiente no sábado.

Ano passado, a Organização de Alimentos e Agricultura da ONU (FAO) disse que a produção de alimentos teria de aumentar em 70% para suprir as demandas em 2050. O painel afirmou que os avanços na agricultura serão ultrapassados pelo crescimento populacional.
O professor Hertwich, que é também diretor de um programa de ecologia industrial na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, disse que os países em desenvolvimento, onde se dará grande parte do crescimento populacional, não devem seguir os padrões de consumo ocidentais: “Os países em desenvolvimento não devem seguir nossos modelos. Mas cabe a nós desenvolver tecnologias em, digamos, energia renovável e métodos de irrigação.”
Leia o relatório: http://www.unep.org/resourcepanel/documents/pdf/PriorityProductsAndMaterials_Report_Full.pdf

Texto escrito por Lucas Afonso


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Homenagem


Por você REALMENTE voluntário
que com tantos compromissos agendados, não ficou indiferente diante de um
animal atropelado, sarnento, esfomeado, abandonado
Por você voluntário, que teve seu descanso interrompido para socorrer um animal aos gritos
Por você que desceu ribanceira, correu na chuva, atolou na lama
Por você voluntário, que mesmo sem espaço, acolheu mais um animal abandonado
Que diante de um gemido de um cão, ou de um gato, não teve seus ouvidos tapados.

Por você que diante de um animal teve compaixão
Que curou feridas, vacinou, castrou, amou
Por você voluntário, que nunca escondeu a emoção
Que chorou, que sofreu ao lado de um cão
Que criou mais braços e pernas para alcançar soluções
É por você voluntário, que o mundo animal tem se tornado menos pior
É por você que inúmeros miaus e aus-aus se espreguiçam ao sol
Brincam na grama, abanam a cauda, atendem por um nome
E é através de você, voluntário, de sua ação, que muitos animais tiveram oportunidade de reabilitação
Que conseguiram um lar, um brilho de alegria no olhar
A todos os voluntários,
Rendo minha singela homenagem
Pelo seu amor, dedicação e coragem
Deus abençoe toda mão que trabalha pela Divina Criação
Parabéns a todos REALMENTE voluntários!

texto recebido via e-mail

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Que todos os dias sejam de todos os animais


Nesta data em que se comemora o Dia Mundial dos Animais, a nossa homenagem…

Aos animais que estão em cativeiro, privados de sua liberdade para deleite humano, em gaiolas, jaulas, zoológicos, aquários

Aos que aguardam o fim cruel de sua breve existência nas granjas e matadouros

Às inocentes cobaias de laboratório, que diariamente são torturadas em nome de uma ciência desumana e brutal

Aos animais que ainda resistem à invasão de seus habitats, às queimadas, à caça nas florestas

Aos animais comercializados como mercadorias, vítimas do tráfico ou com o aval da legalização, em nome de um dinheiro sujo

Aos animais que foram abandonados e vagam nas ruas, ou aguardam nos abrigos uma chance de voltarem a acreditar que o ser humano também pode ter bondade

Aos que, apesar de tutelados, são também negligenciados como os abandonados

Aos animais tristemente utilizados em espetáculos sádicos, circos, rodeios, farras, vaquejadas, rinhas, corridas, touradas

Aos que sobrevivem, nos mares, rios e lagos, à intensa caça, pesca, poluição e contaminação química

Aos explorados à exaustão puxando carroças e sobrecargas diariamente nas ruas

Aos animais polares, ameaçados pelo aquecimento global

Aos animais humanos que ajudam a manter viva a esperança de que ainda possa haver uma libertação para todos os animais

Que em todos os dias do ano os animais sejam respeitados em sua natureza e liberdade de viver.

Fonte: ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vote pelos animais!


Como você bem sabe, nossa causa não conta com o apoio e estrutura desejados. Porém, cabe a nós lutar para mudar esta realidade.
Quer saber quais candidatos, de seu estado, defendem os direitos dos animais? Pois a WSPA, uma sociedade 100% apartidária, fez a listagem. Confira no site!

http://www.votepelosanimais.org.br/
http://www.votepelosanimais.org.br/candidatos.htm

Confira também:
http://www.votovegano.org/

sábado, 28 de agosto de 2010

Música a serviço da Vida



Música : Quando a carne alimenta a carne

Autoria : Alexandre Sankor

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Venda de filhotes é proibida em pelo menos 35 cidades dos EUA


Pet shops de pelo menos 35 cidades dos EUA atenderam aos pedidos de grupos pelos animais e baniram a venda de filhotes, conscientizando possíveis compradores a respeito da adoção.

De acordo com matéria publicada no site da UPI, centenas de donos de comércios da nação já pararam de vender animais e algumas cidades estão proibindo, por lei, a venda de cães, gatos e outros bichos pequenos.

O apelo por “pet shops amigas dos animais” foi promovido pela Humane Society dos Estados Unidos, a maior organização americana de proteção animal.

“Essas lojas dão um exemplo positivo de responsabilidade que outras empresas deveriam seguir”, disse a diretora da campanha antifábrica de filhotes da HSUS Stephanie Shain. “Pet shops que se beneficiam da indústria cruel de filhotes precisam fazer a coisa certa e parar de vender animais. Abrigos do país todo estão lotados de animais que precisam de um lar.”

Esse mês, a Câmara da cidade de West Hollywood votou de forma unânime para banir a venda de gatinhos e cachorrinhos, enquanto a cidade de São Francisco está debatendoa questão em um nível muito mais abrangente.

Em West Hollywood, Califórnia, que em 2002 mudou a lei municipal para referir-se a cães e gatos como companheiros e não pets, as lojas terão autorização para vender animais de abrigos do sul do estado, mas não animais vindos de criadouros comerciais.

Já São Francisco propôs uma lei que tornaria ilegal a venda de qualquer animal.

“As pessoas compram animais pequenos no impulso, sem saber onde estão se metendo, e os animais acabam em abrigos, sendo frequentemente sacrificados”, disse a congressista Sally Stephens. “É isso que queremos abolir.”

Críticos dizem que a lei de São Francisco vai além do apelo para acabar com fábricas de filhotes e exploração animal. Alguns dizem que deveria existir um período para o possível consumidor pensar antes de adotar um animal, evitando o impulso do momento.

São poucas as lojas que ainda vendem animais e o hamster é a maior vítima das compras por impulso. Não existem grupos de resgate para hamsters e quase todos os roedores rejeitados acabam sacrificados.

“É definitivamente uma preocupação”, disse Rebeca Katz, diretora da San Francisco Animal Care and Control.

Não existem argumentos a favor de fábricas de filhotes, que criam milhões de animais por ano em condições chocantes e cruéis, sendo que muitos desenvolvem problemas psicológicos sérios ou danos permanentes à saúde. Animais de criadouros são abusados e abandonados quando ficam velhos ou “menos ativos”, e os filhotes crescem em pequenas gaiolas ou canis sem oportunidade de socialização ou contato com humanos.

A Humane Society diz que de três a nove mil pet shops vendem filhotes, principalmente por meio de websites atraentes.

“As pessoas vêm um filhotinho fofo numa gaiolinha, mas não veem onde ele foi criado e as condições degradantes em que seus pais vivem”, disse Kim O’Brien, sócio da Uppity Puppy de Oakland, Michigan.

Fonte: Anda

"Adote um animal "de rua" e
não incentive a criação em
escala industrial dos canis
e gatis. Para cada animal
comprado, um outro morre em
um centro de zoonoses.
Seja humilde e mostre que
você se importa. Afinal,
amigo não se
compra, se adota!!"